Tecnologia para transformar operações críticas em vantagem competitiva

Inteligência artificial aplicada

Agentes de IA com RAG e MCP: automação segura e escalável

Transforme conhecimento corporativo e sistemas isolados em agentes capazes de consultar informações, apoiar decisões e executar tarefas com controle. A StrategyTech integra documentos, ERPs, CRMs, bancos de dados e APIs com segurança por escopo, rastreabilidade e aprovação humana nos pontos críticos.

Avaliamos o processo, as fontes de dados e os riscos antes de definir modelo, infraestrutura ou banco vetorial.

Arquitetura do agente

RAG e MCP aplicados à automação corporativa

Um agente corporativo precisa resolver dois problemas diferentes: encontrar informações confiáveis e interagir com sistemas reais. O RAG pesquisa documentos, políticas, contratos, tickets e registros antes de construir a resposta. O Model Context Protocol estabelece um contrato padronizado para disponibilizar recursos e ferramentas à aplicação de IA. Essa separação permite combinar modelos como OpenAI, Claude e Llama sem acoplar toda a automação a um único provedor.

RECUPERAÇÃO CONFIÁVEL

Arquitetura RAG para respostas fundamentadas

A qualidade de um RAG depende mais da recuperação do que do tamanho do modelo. Documentos são processados com chunking orientado à estrutura, metadados de origem, versionamento e controle de acesso. Busca semântica e lexical podem ser combinadas para localizar conceitos, códigos, números de contrato e siglas; um reranker prioriza os resultados. Quando as fontes não sustentam a resposta, o agente deve declarar a limitação. Validamos esse comportamento com perguntas reais, respostas esperadas e métricas de precisão.

AÇÃO CONTROLADA

Integração MCP com ferramentas autorizadas

O MCP organiza a comunicação entre a aplicação de IA e servidores que expõem ferramentas, recursos e prompts. Assim, o agente pode consultar um pedido, criar um chamado ou atualizar um cadastro por operações bem definidas. O protocolo padroniza essa camada, mas cada ferramenta ainda precisa respeitar autenticação, esquema de entrada, idempotência, timeout e tratamento de erros. A conexão utiliza APIs REST e integrações orientadas a serviços, sem conceder acesso irrestrito ao banco de produção.

Do pedido à execução

Como funciona um agente de IA integrado ao ERP

O usuário envia uma solicitação pelo portal, aplicativo ou WhatsApp. A camada RAG recupera somente dados autorizados; o modelo propõe a resposta ou ação; a política de segurança valida ferramenta, parâmetros e permissões; e a integração executa a operação no ERP, CRM ou sistema externo. O resultado é registrado com fontes, latência, custo e status.

Tarefas longas seguem uma arquitetura de integração e mensageria. Filas, retentativas controladas, circuit breakers e chaves de idempotência impedem que uma instabilidade gere duplicidade ou bloqueie toda a operação.

Aplicações reais

Casos de uso para agentes de IA corporativos

Suporte técnico e atendimento

O agente consulta manuais, histórico e políticas de SLA, sugere o diagnóstico e abre uma solicitação já classificada. No WhatsApp Business, a transferência para uma pessoa preserva o contexto.

Operações, logística e back-office

Contratos, pedidos e ocorrências são cruzados com dados do ERP e CRM. O agente identifica divergências e solicita aprovação quando a ação altera estoque, prazo ou condição comercial.

Financeiro e compliance

A IA confere documentos, políticas e registros, sinalizando exceções. Aprovações, estornos, cancelamentos e alterações financeiras permanecem protegidos por regras determinísticas e human-in-the-loop.

Operação responsável

Segurança, resiliência e observabilidade em produção

Prompts não são controles de segurança. Cada ferramenta opera com privilégio mínimo, credenciais segregadas, validação de parâmetros e autorização vinculada à identidade do usuário. Dados sensíveis podem ser mascarados antes do envio ao modelo, respeitando políticas internas e LGPD.

A observabilidade registra o conteúdo recuperado, o modelo utilizado, as ferramentas chamadas e a duração de cada etapa. Métricas de latência, tokens, erros, recusas e intervenções humanas ajudam a controlar custo e detectar degradação.

Para grande volume, aplicamos processamento assíncrono, cache seletivo, limitação de concorrência e infraestrutura escalável com DevOps, Cloud Engineering e Kubernetes.

Da hipótese à produção

Como a StrategyTech implementa agentes de IA com RAG e MCP

O projeto começa pela escolha de um processo com impacto mensurável. Mapeamos fontes, permissões, exceções e ações de risco; depois construímos uma prova controlada com critérios objetivos. A evolução para produção inclui testes de recuperação, segurança, carga e falhas de integração. A entrega segue práticas de engenharia de software para sistemas críticos, com monitoramento, versionamento e melhoria contínua.

Dúvidas frequentes

Perguntas sobre agentes de IA, RAG e MCP

RAG recupera conhecimento para fundamentar respostas. MCP disponibiliza recursos e ferramentas para a aplicação consultar dados ou executar operações. Eles são complementares, não concorrentes.
Não. RAG reduz o risco, mas depende da qualidade da base, da recuperação e das regras de recusa. O desempenho deve ser medido com perguntas reais e resultados esperados.
As permissões são aplicadas fora do prompt, com autorização por escopo, validação, limites operacionais e aprovação humana para ações críticas ou irreversíveis.
Monitoramos precisão da recuperação, sucesso das ferramentas, latência, custo por tarefa, recusas e intervenções humanas. Logs e traces permitem reconstruir cada decisão.

Automação com controle

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