Manter
Preservar componentes estáveis que cumprem sua função e apresentam baixo custo de manutenção.
Tecnologia para transformar operações críticas em vantagem competitiva
Agende um diagnósticoModernização segura e progressiva
Evolua aplicações críticas sem concentrar todo o risco em uma reescrita. A StrategyTech moderniza sistemas legados por etapas, mantendo a operação ativa enquanto código, infraestrutura e dados migram para uma arquitetura mais escalável, segura e observável.
Sem uma virada de alto risco
Sistemas legados sustentam faturamento, estoque, contratos e outras operações que não podem simplesmente parar. Dependências rígidas, deploys manuais, baixa cobertura de testes e conhecimento concentrado tornam cada alteração lenta e arriscada. Por isso, analisamos cada módulo segundo criticidade, frequência de mudança, custo operacional e dependências.
Preservar componentes estáveis que cumprem sua função e apresentam baixo custo de manutenção.
Mover aplicações para containers ou nuvem com poucas alterações no código.
Reduzir acoplamento, gargalos de desempenho e dependências que atrasam entregas.
Reconstruir apenas domínios em que a arquitetura deixou de representar o negócio.
Migração gradual
O padrão Strangler Fig envolve o sistema antigo com uma camada de integração segura por APIs REST e direciona apenas as funcionalidades modernizadas ao novo ambiente. Um API Gateway controla o tráfego entre legado e novos serviços; quando webservices antigos ainda são necessários, uma integração SOAP para sistemas legados preserva contratos enquanto o núcleo evolui.
01 · ENTRADA
Classifica cada rota e aplica autenticação, limites e telemetria.
02 · TRANSIÇÃO
Uma parcela controlada do tráfego valida latência, erros e comportamento.
03 · DESTINO
O novo domínio assume o tráfego somente após critérios objetivos.
Cada etapa pode utilizar canary deployment. Latência, taxa de erro, consumo de recursos e comportamento funcional determinam se a migração avança ou se o roteamento retorna ao legado. O rollback deixa de depender de novo deploy e passa a ser uma decisão operacional controlada.
CONSISTÊNCIA
Durante a convivência entre ambientes, registros podem ser criados ou alterados nos dois lados. Sem uma estratégia explícita, divergências silenciosas surgem depois em saldos, documentos fiscais ou relatórios financeiros. O processo combina carga histórica segmentada, Change Data Capture, escrita dupla temporária, chaves de idempotência e reconciliação automatizada.
Totais, relacionamentos e regras de integridade são comparados antes de o novo banco assumir o domínio. Operações incompatíveis seguem para tratamento, sem descarte silencioso.
Quando o legado conecta sistemas corporativos, o desenho também considera a integração com mensageria assíncrona e a sincronização entre ERP e CRM.
RESILIÊNCIA
Docker, Kubernetes, serviços gerenciados ou serverless são escolhidos conforme volume, criticidade e maturidade operacional. Nem todo monólito deve virar dezenas de microsserviços: quando os limites de negócio ainda não estão claros, um monólito modular pode oferecer menor latência e operação mais simples.
RabbitMQ, Kafka ou AWS SQS desacoplam processos e absorvem picos. Timeouts, circuit breakers, retentativas com backoff exponencial e Dead Letter Queues evitam falhas em cascata. A infraestrutura é aprofundada em DevOps, Kubernetes e infraestrutura como código.
Operação verificável
A evolução inclui identidades centralizadas, menor privilégio, rotação de segredos, criptografia em trânsito e repouso, análise de dependências e trilhas de auditoria. Dados pessoais são classificados e protegidos conforme sua finalidade, apoiando a LGPD desde o desenho.
Logs estruturados, métricas e rastreamento distribuído são implantados desde o início. Correlation IDs acompanham uma transação entre gateway, legado, filas e novos serviços. Painéis observam latência, erros, saturação, filas e objetivos de nível de serviço. Assim, a modernização é medida pela redução do tempo de deploy, dos incidentes e do custo de infraestrutura — não apenas pela troca de stack.
Engenharia aplicada
O trabalho começa pelo diagnóstico de arquitetura, infraestrutura, dependências e riscos. Em seguida, mapeamos os domínios, definimos a estratégia por módulo e criamos métricas de sucesso e rollback. Um módulo periférico valida o processo em produção antes de avançarmos para áreas críticas, com apoio da nossa engenharia de software cloud native.
Dúvidas frequentes
Próximo passo
Converse com a StrategyTech para identificar os módulos prioritários, os riscos de dados e o caminho cloud native adequado à sua operação.